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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Por Herval Sampaio e Joyce Morais

Michel Temer assumiu a Presidência afirmando que enxugaria a máquina pública e que o Governo iria “cortar da própria carne” para que o país pudesse voltar a crescer novamente.

Durante sua passagem interina, alardeava aos quatros cantos, como se diz, que se confirmado o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, na sua gestão ele iria promover reformas sem sacrificar a área social e sem que prejudicasse os trabalhadores ou mais pobres, além de cortar gratificações e cargos comissionados do Executivo Federal.

Bem, não é isso que está acontecendo...

O peemedebista iniciou seu governo fazendo cortes nos ministérios e reduzindo de 32 para 23 pastas, mas contraditoriamente, poucos meses depois já havia aumentado em cinco, totalizando 28 ministérios. 

O presidente também chegou a anunciar que por meio de decreto iria extinguir quase cinco mil cargos de confiança, mas com pouco mais de um ano de mandato, esse número praticamente não mudou. É que em verdade Temer substituiu tais comissionados por cargos de "Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE)", o que não significou uma redução e uma consequente economia para as contas públicas, como ele havia publicizado.

É muita incoerência para um governo só atolado em denúncias de corrupção e que para chegar ao poder falava do governo anterior que também fazia parte por conveniência e agora que tem a oportunidade de fazer, intensifica a politicagem!

Como o Governo pode ter legitimidade se continua gastando bem mais do que arrecada, com interesses escusos e não corta na própria carne, só sobrando para o bolso do cidadão?

Na realidade o povo é sempre o mais sacrificado com toda essa bandidagem!

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